segunda-feira, 11 de julho de 2011

Imagens do fotógrafo Robert Capa ganham exposição no Encontro de Fotografia de Arles


Imagem do fotógrafo Robert Capa feita pela alemã Gerda Taro, exposta em uma mostra
de Londres, em 2008.

Pela primeira vez em mais de 70 anos, a famosa valise mexicana do fotógrafo Robert Capa e seu testemunho comovente da guerra civil espanhola retornam à Europa por ocasião dos Encontros de Fotografia de Arles (sul).

A "valise", composta, na realidade, de três pequenas caixas, apresenta seus tesouros: 4.500 negativos sobre a tragédia espanhola, entre 1936 e 1939, realizados por Robert Capa, mas também por sua companheira Gerda Taro e por Chim (David Seymour).

Após ter desaparecido da França, em 1940, a misteriosa valise foi encontrada no México, no início dos anos 1990 e, depois, entregue, em 2007, ao International Center of Photography (ICP) de Nova York, responsável pela obra de Capa.

"Um milagre", declarou à AFP Cynthia Young, curadora do ICP e promotora da exposição "A valise mexicana" que será apresentada até 18 de setembro no Museu Departamental de Arles Antiga. Já mostrada em 2010 em Nova York, deve seguir, depois, para a Espanha.

"Procura-se uma valise. Na realidade, são caixas com um interior dividido em compartimentos para os rolos de negativos, com etiquetas no verso", destaca François Hébel, diretor dos Encontros de Arles. "É emocionante. Tem-se realmente a impressão de se ver um tesouro", disse ele.

Os milhares de negativos, entre eles alguns inéditos, permitem compreender melhor a forma de trabalhar dos três repórteres, fundadores da fotografia de guerra moderna.

Todos três judeus, todos os três exilados - o húngaro Robert Capa, o polonês Chim e a alemã Gerta Taro se conheceram em Paris, em 1933. Quando o general Franco desencadeou a guerra da Espanha, em 1936, esses jovens independentes foram em campo para informar a imprensa sobre a causa republicana.

Cada um com seu estilo. Robert Capa (1913-1954) esteve mais próximo da ação, com os combatentes. Os rolos de seus negativos permitem acompanhar todo o desenvolvimento da batalha.

Gerda Taro (1910-1937) se concentra nas linhas do front e fotografou com intensidade temas mórbidos. Cobrindo a batalha de Brunete em 1937, ela foi mortalmente ferida por um veículo blindado. Foi a primeira mulher fotógrafa a ser morta numa reportagem de guerra.

Chim (1911-1956) interessou-se pelos indivíduos fora do conflito: pescadores, camponeses, mas também personagens oficiais. Foi, junto com Robert Capa, um dos quatro fundadores da agência Magnum Photos em 1947.

As três caixas foram, sem dúvida, preparadas na primavera de 1939 por Capa, Chim e seu assistente Tchiki Weiss, que administraria um estúdio em Paris.

Antecipando a chegada do exército alemão em Paris, em 1940, Weiss, judeu também ele, colocou as caixas num saco de sua bicicleta, em direção a Bordeaux. Confiou os negativos a um sul-americano e, depois disso, foram perdidos.

No começo dos anos 1990, as caixas apareceram no México, nos objetos do general Francisco Aguilar, embaixador do México durante o regime colaboracionista de Vichy, que, sem dúvida, as levou ao deixar a França, em 1942.

A filha e herdeira do general confiou a um amigo cineasta, que fez pesquisas e compreendeu do que se tratava. Foi finalmente entregue ao ICP graças, principalmente, à mediação da irlandesa Trisha Ziff, que realizou um filme sobre o lado mexicano desta aventura. Foi projetado na terça-feira no teatro antigo de Arles.

Fonte:http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/afp/2011/07/06/imagens-do-fotografo-robert-capa-ganham-exposicao-no-encontro-de-fotografia-de-arles.jhtm

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O que importa na hora de comprar uma câmera digital



Telas grandes e muitos megapixels podem parecer importantes, mas há outros recursos que vão lhe trazer mais benefícios.

Uma década após o início da revolução da fotografia digital, ainda há muitas pessoas que acreditam que mais megapixels são sinônimo de fotos melhores. Mas recursos que ajudem você a fazer fotos de alta-qualidade, inicialização rápida e controles fáceis de usar são mais importantes. Veja o que você deve levar em conta antes de comprar.

O que não importa

Zoom digital: a tecnologia de zoom digital está ficando cada vez melhor, mas funções como “zoom digital”, “zoom aprimorado”, “zoom inteligente” ou outros nomes criativos ainda fazem a mesma coisa de sempre: recortam uma porção do centro da imagem e a redimensionam, o que reduz a resolução e a nitidez da imagem resultante. Você pode fazer a mesma coisa usando um editor de imagens (como o Photoshop ou Gimp), geralmente com resultados melhores.

Zoom óptico, entretanto, é extremamente útil, especialmente para tirar fotos à distância de crianças e animais em seu “habitat” natural, sem recorrer a poses forçadas. 3x é o mínimo encontrado nas câmeras domésticas, 6x já é um bom número.

Estabilização digital de imagem: já vimos câmeras com sistemas de estabilização ópticos e mecânicos incrivelmente eficazes. Mas estabilização digital? Não presta.

Esta técnica funciona de duas formas: Nas fotos a câmera pode levar a sensibilidade à luz (ISO) a níveis elevados, possibilitando o uso de uma velocidade menor do obturador, mas com potencial para produzir ruído na imagem. Já nos vídeos ela funciona como o zoom digital, recortando uma porção do centro da imagem e aumentando-a, e usando o restante da cena como um “buffer” para garantir que o centro da imagem pareça sempre estável. Em ambos os casos, a qualidade sofre.

Embora nunca tenhamos ficado impressionados com uma câmera que equipada apenas com estabilização digital, constatamos que câmeras que combinam esta técnica com estabilização mecânica ou óptica são no geral bastante eficientes.

Tamanho e resolução da tela: queira ou não, as câmeras domésticas praticamente não tem mais visores (viewfinders) ópticos, e telas LCD de 3 ou mais polegadas são comuns. Estas telas são ótimas para rever as imagens e fazer a composição das cenas, mas podem drenar a bateria mais rapidamente.

Além disso, um LCD de alta-resolução e pequeno tamanho podem fazer com que suas fotos pareçam melhores do que realmente são, e ocultar defeitos como falta de nitidez. E você só irá notar isso quando descarregar as imagens em seu computador, ou seja, quando já tiver perdido a chance de bater a foto. 

Nunca confie no preview em tela cheia, sempre amplia as imagens para “tamanho real” no LCD para saber se realmente estão boas ou não. Também não julgue exposição e fidelidade de cor pelo LCD: use a função de Histograma da câmera (consulte o manual).

O que às vezes importa


Megapixels: você não deve ignorar esta medida completamente, mas tenha em mente que ela é muito mais importante no mundo das DSLRs e câmeras de sensores grandes do que nos modelos domésticos.

Muitas pessoas acreditam que o número representa a qualidade da imagem, e que maior é melhor, mas na prática ela é uma simples medida do tamanho da imagem em pixels, e mais importante na hora de calcular o tamanho máximo com o qual ela poderá ser impressa sem perda notável de definição.

Para se ter uma idéia, uma câmera de 3 MP já tem resolução suficiente para impressões no tamanho mais comum, 10 x 15 cm. Muitos megapixels são importantes se você pretende imprimir imagens em grandes formatos (como pôsteres), ou pretende recortar e ampliar porções de uma imagem. Nesse caso, uma imagem maior lhe dá mais flexibilidade e uma margem maior para trabalhar com segurança.

Em câmeras com sensores pequenos, como as câmeras domésticas ou as de celulares, resoluções altas demais podem levar a fotos com muito ruído, e resultam em arquivos maiores, o que diminui o número de imagens que você pode armazenar no cartão de memória e limita sua habilidade de compartilhá-las via e-mail ou redes sociais sem ter de redimensioná-las em um editor de imagens antes. Apenas as câmeras DSLR tem óptica poderosa e sensores do tamanho necessários para realmente capturar imagens de alta qualidade em alta resolução.

Gravação de vídeo em alta-definição: você pode se interessar por uma câmera porque ela grava vídeo em “alta-definição”, mas nem todos os vídeos de alta-definição tem a mesma qualidade, mesmo os em “Full 

HD” (1080p). De forma similar aos megapixels, 720p e 1080p são simplesmente referências ao número de linhas horizontais na imagem. A qualidade da imagem depende de outros fatores como a taxa de dados (bitrate), número de quadros por segundo (framerate), qualidade da lente e do sensor, algoritmo usado na compressão das imagens (codec),  e muitas outras variáveis.

A qualidade de vídeo é difícil de quantificar e generalizar. Já vimos tanto câmeras domésticas quanto DSLRs que gravam ótimos clipes, mas também muitos modelos que desapontam. Nossa sugestão é gravar um pequeno clipe na loja e pedir para o vendedor reproduzí-lo numa TV de alta-definição. Se isso não for possível, procure na internet por reviews que contenham amostras do vídeo, a maioria dos sites especializados faz isso. Pesquise por algo como “nome_da_camera video sample”

ISO: este é outro número que vale muito mais no mundo das DSLRs. A maioria das câmeras domésticas  atuais tem níveis de sensibilidade à luz assombrosos - geralmente até ISO 6400 ou ISO 12800 - mas seus  pequenos sensores se aquecem rapidamente, o que adiciona muito ruído à imagem a partir de ISO 400. 

DSLRs podem ligar com ISO alto de forma muito mais eficaz, graças em parte aos sensores com maior superfície. 

Se fotos sob pouca luz e cenas de ação (como esportes) são importantes para você, então uma DSLR com ISO alto será uma boa escolha. Mas se você quer uma câmera doméstica, procure um modelo com um “modo noturno” especializado, que faça mais do que simplesmente aumentar o ISO. 

O que sempre importa

Botões para controle manual: se você quer levar a fotografia a sério, não precisa começar comprando uma DSLR. Você pode economizar dinheiro e ainda aprender muito comprando uma câmera compacta com controles manuais completos de abertura, obturador, foco e compensação de exposição. É uma boa idéia experimentar com estas opções para ganhar experiência antes de gastar uma boa grana em uma DSLR.

Uma câmera com botões manuais e seletores é uma boa idéia por algumas razões: eles tornarão o uso de uma DSLR mais intuitivo, e os controles manuais baseados em telas de toque ainda não estão em sua melhor forma.

Inicialização rápida e modo “burst”: o atraso do obturador não é mais um problema. No geral, todas as câmeras focam rapida e automaticamente assim que você pressiona o botão do obturador pela metade, e  batem a foto imediatamente em sequência. 

Ainda assim, as câmeras modernas às vezes lhe fazem perder uma foto de algumas formas: uma inicialização lenta é uma delas: a câmera “demora para ligar” e até ela estar pronta o momento já passou. Procure câmeras que estejam prontas para fotografar em cerca de um segundo e meio. 

O “modo burst” ou “modo contínuo” é outro fator injustamente ignorado. Mesmo que você não seja um fotógrafo de esportes ou ação, a capacidade se segurar o botão do obturador e fotografar continuamente 

podem ajudá-lo a capturar a imagem perfeita de um bichinho de estimação hiperativo ou um bebê inquieto. O ideal é um modo contínuo de 3 fotos por segundo ou mais, mas tenha em mente que neste modo algumas câmeras reduzem a resolução da imagem para aumentar a velocidade de processamento.

Recursos que atendam às suas necessidades: não faz sentido comprar uma Ferrari se você só precisa de um carro para levá-lo até a padaria a 60 Km/h. Da mesma forma, a coisa mais importante a levar em  conta antes de comprar uma câmera é como você irá usá-la e quais os recursos que melhor atendem às suas necessidades (e seu bolso).

Quem gosta de fotografar esportes ou a animais silvestres precisa de zoom com longo alcance e um modo contínuo rápido. Se você quer levar a câmera nas férias, estará melhor servido com um modelo resistente que seja capaz de fotografar debaixo da água, ou com um GPS capaz de marcar automaticamente  o local onde as fotos foram tiradas. 

Se você quer uma câmera de alta-qualidade, porém mais portátil que uma DSLR, procure uma câmera compacta com lentes intercambiáveis ou uma câmera doméstica com controles manuais. E se você quer algo  substancialmente melhor que a câmera de um celular, procure por um modelo com controles manuais, um  modo contínuo rápido ou um zoom acima da média.

A boa notícia é que câmeras digitais tendem a manter seu valor por muito mais tempo que outros  eletrônicos. Na hora de um upgrade, você provavelmente poderá cobrir boa parte do custo da câmera nova vendendo a antiga.  Basta cuidar bem dela.


Fonte: http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog1.php?paged=2

Fujifilm quer conquistar terceira posição no mercado de câmeras digitais


A japonesa Fujifilm pretende se tornar a quarta maior fabricante de câmeras do mundo em março no ano que vem e a terceira maior dois anos depois, superando primeiramente a Samsung e depois a Nikon, disse um executivo da companhia.

Até recentemente conhecida por modelos baratos, a Fujifilm pode entrar novamente no mercado mais lucrativo de lentes intercambiáveis para câmeras, do qual saiu em 2004, disse em entrevista à Reuters o diretor da unidade de câmeras da empresa, Takeshi Higuchi, nesta segunda-feira.

O lançamento de uma câmera sem espelho, que possui um visor eletrônico, responsável por deixá-la mais leve e mais compacta que uma câmera profissional reflex de lente fixa, ampliaria os esforços da Fujifilm de subir de posição no mercado e a colocaria em competição direta com a Sony.

Higuchi insistiu que a companhia não teria problemas em desenvolver por conta própria uma câmera sem espelho ou as lentes intercambiáveis, negando a possibilidade de outra aquisição no setor.

Na semana passada, a fabricante de máquinas copiadoras Ricoh, que também possui uma unidade de câmeras compactas, anunciou a compra da unidade de câmeras da Hoya, a Pentax.

A Fujifilm, que produz uma variedade grande de produtos, de equipamentos médicos a cosméticos, mal conseguiu manter suas despesas iguais às receitas no ano passado, mas Higuchi pretende dar força ao negócio este ano com cortes nos custos de produção e maiores esforços de marketing, o que, segundo ele, manterá altos os preços dos produtos da unidade.

"Podemos fazer todo o desenvolvimento de produtos importantes internamente, e podemos usar isso para cortar custos, mas não temos uma marca de alto nível", disse Higuchi. "Debatemos o por que disso, e a conclusão é que devemos lançar modelos de luxo e gastar mais em publicidade para melhorar a marca".
Atualmente, a Fujifilm está na quinta posição do mercado de câmeras, atrás de Canon, Sony, Nikon e Samsung.

Fonte
: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5221786-EI12879,00.html

Robô desenvolvido por Indiano pode tirar fotografias perfeitas



Um pesquisador indiano criou um robô humanoide com algumas habilidades, dentre as quais se destaca a sua aptidão para a fotografia. Com uma câmera acoplada em sua cabeça e seguindo dois princípios básicos de fotografia, o robô NAO pode roubar o emprego de muito fotógrafo por aí.

O robô foi desenvolvido por Raghudeep Gadee, do Instituto Internacional de Tecnologia da Informação, em Hydrabad, na Índia. O site New Scientist explica que o robô NAO obedece dois princípio básicos para a “foto perfeita”: a regra dos terços e a proporção áurea.

O primeiro princípio determina que toda fotografia deve ser dividia em três partes iguais, tanto horizontal quanto verticalmente, e as porções mais interessantes da imagem deve ser posicionadas nos cruzamentos das linhas imaginárias. O segundo princípio determina que o horizonte da fotografia deve estar posicionado em um local que divida a foto em duas partes cuja razão seja a proporção áurea, que equivale a 1,62, aproximadamente.

Além disso, o robô ainda confere algumas características das fotografias tiradas para avaliar sua qualidade, como foco, cor e saturação. A cada foto, o NAO analisa o resultado e, se ela estiver abaixo do padrão qualidade estabelecido no algoritmo, o robô descarta a imagem e tira outra fotografia.

Gadee explicou que já existem robôs que tiram fotografia, porém eles contam com o reconhecimento facial ou de tons de pele para identificar as porções mais interessantes da imagem. “Nosso sistema, possui uma abordagem mais genérica”, conta o pesquisador. Entretanto, é justamente por isso que outro pesquisador, Bill Smart, da Universidade de Washington (EUA), acredita que robôs nunca ganharão um concurso contra humanos.

“Os robôs podem até tirar fotos perfeitas seguindo padrões de qualidade, mas nunca saberão determinar o que são os pontos de interesse em uma imagem”, afirma Smart. Gadee não deixa de concordar com ele, mas afirma que o NAO pode ser utilizado para fotografias pré-determinadas, como em estádios, shows, comerciais e outros.

Fonte: http://dpavani.geek.com.br/posts/16657-robo-desenvolvido-por-indiano-pode-tirar-fotografias-perfeitas

Alemão cria câmera fotográfica com impressora térmica



A câmera tira as fotos instantaneamente, não necessitando de nenhum filme, cartão de memória ou papel caro para a impressão

Um alemão criou uma máquina fotográfica eletrônica que combina uma impressora térmica e uma câmera analógica em preto e branco. A câmera tira as fotos instantaneamente, não necessitando de nenhum filme, cartão de memória ou papel caro para a impressão.

A Eletronic Instant Camera foi criada por Niklas Roy, o mesmo que criou o robô que fecha a cortina na cara das pessoas (goo.gl/Upzew) e um game que utiliza uma tecnologia bem antiga para criar uma realidade aumentada (goo.gl/5QEyv). Com uma câmera analógica em preto e branco e uma impressora térmica, o alemão consegue tirar fotos "instantâneas", não necessitando de nenhum filme ou cartão de memória, com a vantagem de usar um papel bastante barato para a impressão das fotos.

Roy diz em sua página que a câmera não armazena as imagens de nenhuma forma, imprimindo-as diretamente no papel. Isso quer dizer que as pessoas fotografadas precisam ficar cerca de 3 minutos paradas, até que a impressora térmica possa imprimir tudo.

Os mais críticos podem estar pensando que as fotos não são nada boas. Mas, de verdade, quem disse que uma máquina tão geek quanto essa precisaria produzir ótimas fotos, certo?

Para quem quiser ver um pouco melhor como o câmera funciona, Roy colocou um vídeo no YouTube (youtu.be/wt5dBrXg8eY), em que mostra uma fotografia sendo tirada.


Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5228536-EI12882,00-Alemao+cria+camera+fotografica+com+impressora+termica.html

sábado, 2 de julho de 2011

CÂMERA FOTOGRÁFICA DIGITAL GANHA VISOR 3D


A câmera fotográfica digital Easy ganhou visor 3D. A máquina captura imagens por meio de duas lentes, compondo uma terceira imagem no visor. A tecnologia é semelhante à utilizada em games como o Nintendo modelo 3DS. Se preferir, o usuário da Easy pode cancelar a função 3D e utilizá-la como uma câmera comum. 


Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI244342-17180,00-CAMERA+FOTOGRAFICA+DIGITAL+GANHA+VISOR+D.html

CASAMENTO É FILMADO E FOTOGRAFADO SOMENTE COM O iPHONE 4



Como indicou dados divulgados recentemente pelo Flickr, o iPhone 4 está se tornando uma câmera fotográfica extremamente popular. Tanto que um casal (provavelmente applemaníacos) decidiu registrar a sua cerimônia de casamento fotos e vídeo usando somente o smartphone da Apple.

Segundo o iPhone Download Blog, eles contrataram fotógrafos profissionais para fotografar e filmar o casamento. O resultado ficou bem bacana e você pode conferir no YouTube (http://youtu.be/yviV-HB6poQ).


Fonte:http://br.noticias.yahoo.com/casamento-%C3%A9-filmado-fotografado-somente-iphone-4-180801460.html